‘A ação da PM é certa’


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Acho certa a polícia! Tem, sim, muitos que trabalham honestamente, porém, tem meia dúzia que (...)! Tenho um estacionamento noturno, regularizado, nas imediações do Distrito. Em certa época, flanelinhas, (...) infernizavam o local. Recebiam das pessoas que paravam na rua e iam embora, (...). Davam o maior trabalho! (Leia aqui).
Wesley
Franca - SP

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(O Sindicato dos Guardadores de Automóveis no Estado do Rio de Janeiro se manifesta): “quando o indivíduo se apresenta ao usuário cobrando preços públicos sem a competente regulamentação do estacionamento e sem ter seu registro profissional no Ministério do Trabalho, é considerado ‘guardador ilegal’ e/ou ‘flanelinha’, podendo ser enquadrado no art. 47 exercício ilegal da profissão ou atividade econômica, do DL nº 3668/1941 Lei das Contravenções Penais. É justamente em face disso que o guardador autônomo de veículos não pode e nem deve ser confundido com “flanelinha”, pois, apoiado na alavanca das leis vigentes que viabilizaram o exercício profissional, contribuem, para os cofres públicos, com até 20% (vinte por cento) da receita aferida nos estacionamentos públicos.”
Singaerj
Rio de Janeiro - RJ

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Todas as vezes que dei dinheiro, só o fiz porque me senti ameaçado. Em términos de evento, no Castelinho, a exemplo, saí e não encontrei a pessoa que pegou meu dinheiro. Eu sempre frequentei pizzaria de uma determinada avenida mas mudei de estabelecimento para deixar de me sentir refém de guardadores mal encarados que ficavam lá na rua.
Wellington Daniel Dias
Franca - SP
 

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