Francana vacila e perde para Botafogo em Ribeirão Preto


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Um gol aos dois minutos do primeiro tempo sacramentou a segunda derrota consecutiva da Francana na Copa Paulista. Jogando contra o Botafogo, no Estádio Santa Cruz, o time esmeraldino bem que tentou reagir na segunda etapa ao “golpe” sofrido, mas não conseguiu. Com o resultado, a Francana estacionou na tabela com os mesmos quatro pontos. Já o Botafogo, em seu segundo jogo no campeonato, igualou a equipe esmeraldina na pontuação.

O Pantera volta a jogar na próxima rodada contra o Velo Clube, em Rio Claro. Enquanto a Veterana só volta a campo no dia 11 de agosto, no Lanchão, contra o São Carlos.

PARTIDA
O jogo mal começou e a Francana sofreu um gol logo em um vacilo do zagueiro Marcão. Depois da defesa parcial do goleiro Aldo, no chute do meia Lucas Dantas, o defensor esmeraldino tentou recuar de cabeça para o arqueiro esmeraldino. Livre na área, Vitor Flora aproveitou o erro e também de cabeça abriu o marcador: 1 a 0.

Com o gol, o time francano se abateu. O sistema defensivo com três zagueiros não funcionou. O time errou muitos passes no meio-campo e quase não chegou ao ataque. Aos 37 minutos, Vitor Flora recebeu na cara de Aldo. Sozinho, o meia perdeu a chance de ampliar a vantagem para o Pantera, ao chutar em cima do goleiro. Descontente com a equipe, o técnico André Oliveira não quis esperar o fim do primeiro tempo. O treinador colocou em campo o meia Jhuan, no lugar do zagueiro Marcão.

Na volta para a segunda etapa, a Francana adiantou a marcação e passou a pressionar o Botafogo. Aos sete minutos, Vanilson na cara do goleiro Paulo Vitor, chutou para fora. André Oliveira ainda colocou os meias Heitor e Diego Bife.

No primeiro lance do meio-campista Diego Bife, aos 23 minutos, o jogador caiu de mal jeito em campo e teve que deixar a partida. Bife teve uma suspeita de fratura de clavícula. Como André Oliveira já tinha feito três substituições, a Francana ficou com um a menos. Em desvantagem numérica, a Veterana, que esboçava uma pressão, perdeu a última oportunidade no cabeceio de Tabarana, defendido por Paulo Vitor.

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