Pais de Nossa Senhora
Embora o Novo Testamento nada relate sobre os pais de Maria, já no século II Sant’Ana e S. Joaquim eram venerados no Oriente, como os pais da Virgem Maria. Do Oriente, o culto a Sant’Ana espalhou-se , no século IV, pelo Ocidente. O que se sabe nos vem do Protoevangelho de S. Tiago, que relata o nascimento e a infância de Maria. O segundo, o Evangelho de S. Tiago, Joaquim era um homem rico, piedoso e justo, mas triste e angustiado por não ter filhos, perguntava a si mesmo por que Deus não lhe concedia filhos como fizera a Abraão e a todos os justos de Israel. Também Sant’Ana se sentia abandonada por Deus por ser estéril. Joaquim foi para o deserto, entregando-se a uma vida de jejum e oração. Um anjo apareceu-lhe dizendo que Deus havia escutado as suas orações. Voltou então para a casa e Sant’Ana concebeu e deu à luz uma menina, que recebeu o nome de Maria e foi a mãe de Jesus.
B. Bartolomea Capitânio
1807 - fundadora “Bartoloméia” quer dizer “filha que suspende as águas.”
Natural da Lombardia, Itália, Bartolomea foi educada pelas Clarissas. Graças às orações e conselhos, conseguiu fazer o pai deixar o alcoolismo e mudar o comportamento agressivo e áspero. Exerceu frutuosa atividade apostólica na terra natal, incrementando a catequese das crianças e a evangelização dos jovens, por intermédio de movimentos marianos tarde, dirigiu um hospital, acompanhando com desvelo material os enfermos e agonizantes. Por volta de 1832, fundou, perto do hospital que dirigia, o Instituto das irmãs da Caridade de Maria Menina. Foi beatificada em 1926 por Pio XI
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo, Editora Ave- Maria.
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