Candidatos apostam em campanha para melhorar posição em pesquisa


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A primeira pesquisa de intenção de votos para as eleições de outubro, realizada pelo Instituto Datalink e publicada pelo Comércio no último domingo, agitou o cenário político de Franca. Graciela Ambrósio (PP) comemorou a liderança, mas disse que é preciso manter os pés no chão e trabalhar. Os concorrentes apostam na campanha, que será aberta no dia 7, para virar o jogo.

De acordo com a pesquisa, se a eleição fosse hoje, Graciela teria 36,7% dos votos, seguida de Ubiali (PSB), com 17%; Gilson Pelizaro (PT),12,2%; Alexandre Ferreira (PSDB), 7,5%; Cassiano Pimentel (PV), 2,5%; e Marcelo Bomba (PTC), 1,7%. Hamilton Chiarelo, do PSol, não foi mencionado por ninguém. O Datalink ouviu 400 pessoas, entre os dias 23 e 28 de junho, em dez bairros diferentes da cidade. A margem de erro é de 4,9 pontos para mais ou para menos. A pesquisa, registrada no TRE-SP com o número 00090/2012, foi integralmente paga com recursos próprios pelo GCN Comunicação, que publica o Comércio.

“A pesquisa é um termômetro inicial da vontade da população e que muito nos estimula. Vamos trabalhar duro na campanha para passar as nossas propostas”, disse Graciela. Ubiali afirmou ter recebido o resultado de forma positiva, pois, se a eleição fosse agora, ele estaria no 2º turno. “Alguns números serão modificados ao longo da campanha. Mostraremos à população que a nossa candidatura é a mais experiente.”

Pelizaro preferiu não comentar a pesquisa por acreditar que o cenário é diferente. Quarto colocado, Alexandre Ferreira disse que sua posição é natural. “Quando a campanha começar, vamos mostrar que estamos preparados. As pessoas vão conhecer qual é e como é feito o nosso trabalho. Temos a menor rejeição. Isso é importante.”

Cassiano Pimentel disse que os concorrentes estão há mais tempo na mídia e que é normal a população dizer que votará nos mais conhecidos. “Fiquei satisfeito com a rejeição baixa. Acredito que poderemos melhorar na campanha.” Hamilton Chiarelo disse que o resultado serve de reflexão. “É preciso botar o nome na rua e conversar mais de perto com as pessoas para mostrar nossas propostas.” Marcelo Bomba não foi encontrado. O número do celular passado pela TV em que ele trabalhava estava na caixa postal e ele não retornou à ligação.

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