Construção de casas populares abre 225 empregos na região


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Funcionários da Infratécnica, trabalham na construção do conjunto habitacional que levará o nome do prefeito Clarindo Ferracioli, em Restinga
Funcionários da Infratécnica, trabalham na construção do conjunto habitacional que levará o nome do prefeito Clarindo Ferracioli, em Restinga

A construção de casas populares da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) nas cidades da região de Franca não só ajudará a diminuir o déficit de moradias, mas também irá gerar vagas de emprego. A estimativa é de que em quatro canteiros de obras sejam criadas aos menos 225 vagas para pedreiros, serventes, vigias, serralheiros e serviços gerais. As contratações são de responsabilidade das construtoras e devem começar nas próximas semanas. A preferência é por candidatos com experiências das cidades de Cristais Paulista, Pedregulho, Restinga e São José da Bela Vista.

Com serviços de terraplanagem em andamento, a obra do conjunto habitacional Clarindo Ferracioli, em Restinga, deve durar 18 meses e empregar mais de 70 pessoas. Segundo o engenheiro responsável Guilherme Tonin, da Infratécnica, a maioria das contratações acontece por meio de empresas terceirizadas encarregadas de fornecer mão de obra. O esforço é para empregar trabalhadores da região e somente em último caso trazer de outros Estados como Maranhão e Piauí. “A construtora usa poucos trabalhadores próprios, mas ainda assim contrata vigias e pessoal para serviços de limpeza. Preferimos sempre pessoas da cidade.” Interessados podem levar currículo à Prefeitura.

Em Cristais Paulista, a ordem de serviço para início das obras foi dada na semana passada. No município, serão erguidas 80 casas pela construtora JPG Incorporação Ltda de Araçatuba, vencedora da licitação. O sócio-proprietário João Paulo Martins disse que já fez contato com a Prefeitura para contratar todos os funcionários no município. “Começamos com poucas pessoas e depois conforme o avançar da obra o número aumenta. A intenção é levar de fora somente os engenheiros e outros encarregados.” Martins calcula que no auge da construção irá precisar de 80 homens.

O salário médio oferecido para pedreiros é de R$ 1,2 mil mais um adicional por produção. “Estamos contando com a ajuda da Assistência Social do município para essas contratações, se não conseguirmos todos em Cristais também vamos procurar em Franca.” As admissões, segundo Martins, devem ocorrer na primeira quinzena de julho.

O diretor da Conspen (Construções e Projetos de Engenharia Ltda), João Carlos Cheade, responsável por erguer as casas populares de Pedregulho, diz que contratará 25 funcionários na cidade e ajudará também a movimentar o comércio local. “Além de gerar empregos, abastecemos os caminhões no município, montamos cozinha na obra e fazemos compras em supermercados.”

Cheade acredita que as próximas vagas deverão surgir em 20 dias. “Começamos a trabalhar no local há 15 dias e fizemos a demarcação de 150 lotes. Faremos as contrações necessárias conforme formos avançando.”

Em São José da Bela Vista, as contratações foram acordadas entre a Prefeitura e a construtora vencedora da licitação, a Terra Plana de Orlândia. De acordo com o prefeito José Benedito Barcelos (PSDB), a expectativa é que 50 vagas sejam criadas durante a construção das 108 casas. A ordem de serviço para execução da obra foi entregue no último dia 20.
 

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