‘Passando adiante dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco em companhia de seu pai Zebedeu, consertando as suas redes; e chamou-os’(Mt 4:21).
PESCAR HOMENS, FAZER TENDAS E CONSERTAR AS REDES
Em seu ministério, Paulo escreveu catorze epístolas, onde expõe com clareza a vontade eterna de Deus para a edificação das igrejas. Os ministérios de Pedro, Paulo e João estão relacionados com suas antigas profissões. Antes de ser salvo, Pedro era pescador, e o Senhor o chamou para ser pescador de homens (Mt. 4:18-19). A profissão de Paulo era fazer tendas, a mesma de Áquila e Priscila (At 18:2-4). Assim ele se tornou edificador das igrejas. João consertava redes quando foi chamado pelo Senhor (Mt 4:21-22). Como no ministérios de Paulo houve aberturas, ou seja, as ‘tendas’ que edificou começaram a rasgar-se, precisamos do ministério de João para consertar essas aberturas e buracos.
Paulo deu bastante atenção à verdade, e suas epístolas contêm praticamente toda revelação da economia neotestamentária de Deus. Era isso que ele ensinava nas igrejas por onde passava e foi isso que escreveu em suas epístolas que hoje estão acessíveis a nós. Em 1 Coríntios 1:2: lemos: ‘À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso’. Podemos perceber que todas as igrejas na ocasião invocam o nome do Senhor. Jamais podemos graduar-nos em invocar o nome do Senhor, isto é jamais podemos deixar de invocá-los. Nós o invocamos para ser salvos (Rm 10:13) e devemos continuar a invocá-lo enquanto vivemos (SL116:2) para desfrutar das fontes de salvação (Is 12:3-4). Não podemos pensar que, porque já fomos salvos, podemos deixar de invocar o nome do Senhor. A nossa salvação tem três etapas. Quando cremos no Senhor e fomos regenerados, nosso espírito foi salvo. A redenção do no
sso corpo acontecerá na volta do Senhor, quando seremos transfigurados. Mas a salvação da alma ocorre no tempo presente e requer que invoquemos o nome do Senhor. Em sua terceira viagem, Paulo ficou três anos em Éfeso (At 20:31), e dois deles ensinando na escola de Tirano, dando oportunidade a que todos os habitantes da Ásia ouvissem a palavra do Senhor, tanto judeus como gregos (19: 9b-10). A seguir, visto que tinha encargo pelos judeus, por causa da fonte que havia na Judéia, ele resolveu, no seu espírito, ir a Jerusalém, passando pela Macedônia a Acaia (V. 21). Dessa vez a Bíblia não registra que foi o Espírito que iniciou esse percurso. Talvez por amor natural aos seus conterrâneos israelitas, ele teve encargo de levantar uma oferta para supri-los e, apesar de não haver necessidade de ir pessoalmente levá-la, ainda assim tomou a decisão de fazê-lo.
Enquanto Paulo estava a caminho, o Espírito Santo por muitas vezes lhe assegurou que cadeias e tribulações estavam a sua espera (20:23). Além disso, vários irmãos rogaram que ele não fosse a Jerusalém, e até mesmo houve uma profecia da parte de Ágabo, que lhe tomou o cinto, amarrou os próprios pés e mãos e disse: ‘Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios’ (21:11). Mas Paulo falou que estava pronto para ser preso e também para morrer pelo nome do Senhor Jesus (v.13).
No final da terceira viagem de Paulo, infelizmente notamos que o seu querer natural prevaleceu. Com a iniciativa de levantar ofertas e levá-las para seus conterrâneos em Jerusalém não deu ouvidos ao que a Cabeça lhe falava por meio dos membros do Corpo.
Igreja em Franca - Rua Carmen Irene Batista, 2.667
Telefones: (16) 3402-1726 e 9245-5701
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.