Pontos de vistas


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 Não vejo nenhuma inconsistência nas preocupações quanto a falta de cronograma de obras e de suas implicações para estudantes e comerciantes da localidade afetada. Na verdade essa situação reflete muito bem um das maiores falhas da gestão pública brasileira: a falta de competência para planejar. No Brasil, são infinitos os exemplos de má gestão na execução de grandes obras, o que tem redunda em prejuízos ao comércio, dores de cabeça à população, desperdício de recursos públicos e, para não fugir a regra, uma pitadinha de corrupção. Afinal, quando ouvimos falar de grandes obras, são sempre as mesmas construtoras. Raras são as que nunca tiveram os seus nomes envolvidos em maracutaia com dinheiro público. Particularmente vejo exagero nos que defendem esse viaduto como se ele fosse a solução para os maiores problemas do trânsito francano. Enquanto isso, certos setores das nossas vias de circulação continuam ceifando vidas sob o olhar cego das autoridades.
Dársio Batista
Franca - SP

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Sabemos da importância desta obra para cidade e de todos os benefícios que a mesma trará depois de pronta, mas não podemos nos esquecer de quem realmente mais vai sentir o impacto da construção. Os comerciantes, as faculdades e demais órgãos, com certeza, são a favor do viaduto e irão colaborar para a execução dos serviços. Porém, obra dessa magnitude não pode ser feita a qualquer custo, e que os incomodados que se retirem! Estamos falando de empresas que movimentam a economia local, que geram empregos e renda para o município e por isso devem ser ouvidas para se chegar em conjunto a uma solução que cause o menor impacto a todos durante as obras. Fala-se tanto em desenvolvimento e crescimento sustentável. Então, está ai a hora de Franca, mais uma vez, dar o exemplo. E que nosso ilustre Prefeito, com sua visão empreendedora que pensa no crescimento da nossa cidade, não deixe que detalhes atrapealhem esse feito de sua gestão.
Igor Henrique
Furnas - SP 

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