Ministério do Trabalho mediou acordo para lavradores da Bahia


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As instituições e os pontos comerciais que funcionam no entorno da rotatória onde deverá ser construído o novo viaduto já se preparam para viver momentos difíceis.

Ontem o reitor do Uni-Facef (Centro Universitário de Franca), Alfredo José Machado, disse que ainda não havia sido comunicado oficialmente sobre o início dos trabalhos na rotatória e que a rotina de todos os alunos da instituição deve ser afetada. “Essa obra é um problema sério. Mas sabemos que é necessária. Já sofríamos antes com o trânsito e com os congestionamentos constantes. Agora esperamos que isso seja resolvido. Ainda não sabemos como vai funcionar o tráfego de veículos por aqui, porque não fomos informados.”

Segundo ele, dependendo de como for, o Centro Universitário deve pedir a mudança do portão de entrada para a avenida Sete de Setembro. “Temos um portão de acesso pequeno ao lado do Teatro Municipal que não é usado. Se as coisas ficarem muito complicadas, vamos estudar a mudança da portaria para lá.”

O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Franca, José Nelson Salerno, disse que também já está preparado para os transtornos causados pela obra. A sede da instituição fica próxima ao local onde o viaduto será construído. “A princípio, tivemos a preocupação de que o prédio da OAB pudesse ser atingido de alguma forma. Mas os engenheiros descartaram essa possibilidade. Então, nossa preocupação agora é com a transparência com que a Prefeitura deverá conduzir esse processo de construção. Estaremos fiscalizando e acompanhando de perto.”
 

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