Muita paciência. A partir desta terça-feira, os motoristas que precisam passar pela região da avenida Major Nicácio na altura do cruzamento com a Doutor Ismael Alonso y Alonso deverão enfrentar muito congestionamento. A empreiteira Leão Engenharia confirmou ontem que as obras para a construção do novo viaduto começam hoje.
Orçada em mais de R$ 9 milhões, a construção deve consumir seis meses de trabalho e impedir o trânsito de veículos num dos principais eixos viários da cidade. Segundo dados da Secretaria Municipal de Segurança e Cidadania, que abrange a Divisão de Trânsito, cerca de 20 mil veículos passam pela rotatória da Major Nicácio com a Alonso y Alonso. “Estamos esperando bastante transtornos. Três vezes mais que na época das obras na região do Galo Branco. A construção do viaduto é uma obra de grande porte, igual a cidade nunca viu. Nossa missão é minimizar o máximo esse impacto”, disse Sérgio Buranelli, responsável pela pasta.
A Divisão Municipal de Trânsito preparou 20 rotas alternativas que serão colocadas em prática conforme a necessidade. “Vamos seguir o que determinar o ritmo das obras. A princípio, para esta terça-feira, por exemplo, estamos planejando a interdição de meia pista de cada lado da avenida.”
A ideia é que hoje seja feita a instalação do canteiro de obras e a limpeza da área. “Ainda não sabemos direito como será esse canteiro. Isso ficou a critério da Leão Engenharia. De qualquer forma, se for necessária a interdição total das pistas, já estamos preparados.”
De acordo com Buranelli, todas as rotas alternativas estarão devidamente sinalizadas. “Estamos pensando nos motoristas que não são de Franca e terão maior dificuldade. Eu mesmo testei cada um dos caminhos e posso afirmar que, se os motoristas respeitarem a sinalização, os problemas serão bem menores.”
Para explicar como funcionará o planejamento de trânsito e informar as etapas previstas da obra, o secretário convocou para esta semana uma reunião com os moradores e comerciantes afetados pelas mudanças. “Sabemos dos transtornos e queremos conversar com essas pessoas para que elas entendam que esta é uma obra necessária.”
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.
