Mesmo com o tempo fechado, a cozinheira Maria Silva Maranha, 64, e a filha, a auxiliar de escritório Maisa Helena Maranha, 41, assistiram à missa de Corpus Christi e participaram da procissão no feriado. Todos os anos elas acompanham as celebrações. "Pela fé, vale o sacrifício. A Eucaristia é a vida do católico e é doação. Acho que Cristo, ao se expor neste dia, quer mostrar que existe e que precisamos dele", disse Maisa. Mãe e filha disseram ter ficado decepcionadas por não ter o tapete neste ano. "É muito bonito. Sentimos falta", disse Maria.
A auxiliar de produção Marta Maria Jesus, 40, teve a mesma reação. Ela levou o filho Kauê, 5, para ver o tapete depois que o menino assistiu à uma reportagem na televisão e quis conhecer o trabalho. Eles moram no Jardim Martins, tomaram ônibus e foram para o Centro, mas quando chegaram, a surpresa de não ter as ruas enfeitadas. "Quando ele veio em outro ano era muito pequenininho e não se lembra. Fiquei chateada", disse a mãe.
A confecção do tapete reuniria 1,5 mil voluntários e a previsão era montar 60 quadros, mas o tempo chuvoso não permitiu a ornamentação.
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