Coelho da Fonseca contrata 150 corretores de imóveis; saiba mais


| Tempo de leitura: 1 min

O Ministério do Trabalho tomou conhecimento do problema dos lavradores baianos que estavam desamparados em Franca e tratou logo de mediar uma negociação. Um representante do MT se reuniu com o advogado do empregador e os oito trabalhadores baianos para selar um acordo.

Segundo o gerente regional do MT, Jamil Leonard, este caso não configura trabalho escravo. Mas afirma que os indícios são de um trabalho degradante, onde faltam condições de trabalho. “O MT está atento para estes atos em época de safra de café e realiza fiscalizações que buscam irregularidades nas condições de segurança e saúde, além das questões de vínculos trabalhistas.”

De acordo com Jamil, o MT realizou recentemente palestra na Cocapec (Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas de Franca) sobre o tema. No evento, mais de 300 empregadores foram orientados sobre como devem proceder na contratação de lavradores por período temporário.

O lavrador Claudinei dos Anjos Vieira, 27, apenas lamentou o fato de eles precisarem procurar ajuda das autoridades para que fossem atendidos. “Se a gente não viesse no Sindicato, eles não iam nos pagar, nunca mais vou para longe apenas com a promessa de um salário.”
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários