Para o defensor público pode ter sido uma vitória, mas para a maioria da população, com certeza, não foi. A maioria dos comentários que li (no portal GCN.net e os publicados neste Comércio) concordaram com a atitude do juiz. Neste País é assim. Uma minoria tenta fazer algo em prol da sociedade, mas a maioria de nossos representantes acaba fazendo em benefício da minoria. Não é questão de preconceito contra moradores de rua, e sim, coibir tráfico de drogas e o pedágio que somos obrigados a pagar nas ruas e nos semáforos de Franca.
Anelisa
Franca - SP
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Muitos desses pedintes são incômodos, baderneiros, sem educação e principalmente (...). Vi uma entrevista na televisão, dia destes, em que um falava sobre trabalho: ‘Eu não. Você está louco? Eu não gosto de trabalhar!’ Bobos são os que ajudam. Se pensam assim, é porque sabem que mesmo não trabalhando, conseguem dinheiro todos os dias, na maioria para gastos com drogas, álcool. Na minha opinião, a prisão de vagabundos está mais que correta. (...) seria bom para eles. Poderia ter acompanhamento para alcoólatras, para viciados, melhor alimentação e até, vida mais digna.
Daniel Bernardes
Franca - SP
Vão continuar nas ruas atormentando os cidadãos, colocando medo e importunando as pessoas? Por que (os defensores públicos) não criam então programas para ajudar essas pessoas? Ao invés de simplesmente proibir a polícia de agir, se estão lutando pelo direito dos menos favorecidos onde é que colocam os direitos das pessoas que trabalham honestamente e pagam seus impostos?
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Alessandra
Franca - SP
Quando eu parar no semáforo e o pedinte me disser que não lhe dou nada, darei prá ele o endereço da Defensoria Pública!
A. G.
Franca - SP
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Os defensores fizeram a parte deles sob pena de serem punidos por prevaricação e também no direito de defenderem às pessoas que os procuram, baseados, é claro, no Estado Democrático de Direito. Quanto ao outro problema, que é o social, não é parte deles e sim do Estado e de toda a sociedade em si.
João Roberto
Franca - SP
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Infelizmente, Franca dá mais um passo para trás, entre tantos outros. Fica a (dúvida) sobre o senhor defensor público Antônio Machado Neto ter pensado em viabilizar ajuda a essas pessoas em situação de pedintes para retirá-las definitivamente da situação de marginalidade social, ou se simplesmente, se limitou a sentir orgulho de si mesmo por ser um feroz defensor na luta solitária pelo direito dos menos favorecidos ao amarrar as mãos da polícia e permitir que Franca seja invadida por uma onda de indigentes de outras localidades. Lamentável!
Izabela Wilson
Franca - SP
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A partir de agora, quem se sentir ameaçado pelas abordagens dos pedintes, chamará por quem???
Edivaldo Lucas
Franca - SP
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