Incrível como a vida passa! Um ano sem o nosso Mauro, sem o meu Mauro. E, que saudades, que vontade de vê-lo entrando na minha casa, nas manhãs sempre lindas lá da Vila Hípica, com os pássaros cantando alto, e ele: “Mãe, o que a senhora quer que eu coloque no seu carro?” Era assim, o meu Mauro, que me deu tanto amor, porque nesse assunto ele era diplomado. Sabia amar, se dedicar ao próximo, correr sempre para atender quem estava precisando!
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