Vitor Benite mantém contato com dirigentes do Vivo/Franca Basquete


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Benite jogando por Limeira
Benite jogando por Limeira

Com a dispensa de Fernando Penna, Márcio Dornelles, Ricardo Probst, Wanderson e Atílio, aliado ao desligamento dos estrangeiros Eddie Basden, Kevin Sowell e Vuk Ivanovic, o Franca Basquete se vê representado praticamente por garotos. Léo Meindl, Lucas Mariano e Felipe Taddei representam a geração que certamente terá a oportunidade de seguir vestindo a camisa do clube. A eles podem se juntar Helinho e William Drudi. A diretoria do Franca Basquete pretende procurá-los na próxima semana para negociar uma eventual renovação.

Mas até lá, fica a incógnita dos nomes dos novos jogadores que podem vir defender o clube na próxima temporada. Durante a eleição realizada no início do mês, o presidente eleito Marco Antônio Elias Calixto deixou claro que o basquete passará por uma reformulação e que sua administração dará atenção aos jovens.

De olho nesta tendência, nomes como do ala/amador Vitor Benite e do ala Cauê Borges surgem como possíveis reforços. Com contrato se encerrando em Limeira, Benite admitiu sábado ter mantido contatos com a direção do clube. Ele, no entanto, já estar de volta. “Não foi formulada nenhuma proposta, pois tenho contrato com Limeira até o final de maio. Houve sim, conversas”, despistou. Perguntado sobre um possível retorno à cidade e o fato de ser um dos mais citados pelos torcedores, Benite retribuiu os elogios, mas preferiu adotar a cautela nas palavras. “Tenho um carinho muito grande pelos torcedores, pela cidade e pelos jogadores com quem atuei junto. Mas como disse não tem nenhuma proposta e não quero criar uma expectativa falsa”. A exemplo da diretoria francana, Vitor Benite preferiu o mistério e não revelou mais nada sobre o assunto. Ele treina com a seleção brasileira para o Sul-Americano, em junho, na Argentina.

Revelado em Franca, o ala Cauê Borges é outro nome que interessa. Após defender o Minas Tênis, o jogador teve o contrato encerrado e está livre para negociações, segundo o ex-atleta Chuí, seu pai e representante. Elogiado pelo técnico Hélio Rubens Garcia, Cauê saiu de Franca para atuar mais tempo, algo que não acontecia na equipe de Franca. Em Belo Horizonte, após pouco tempo, conseguiu mostrar valor e hoje se vê em evidência.

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