Especialistas dizem que há um longo caminho pela frente, e que exige cautela para não ‘desandar’ a economia. Segundo o prof. Samy Dana (FGV-SP): “É preciso ficar atento a fatores como inflação, que em abril foi a mais alta dos últimos meses (0,64%). Não adianta melhorar crédito se a população está consumindo menos”. Já o economista Emílio Alfieri, da ACSP disse: “(Os bancos) dizem que estão baixando os juros, mas não estão. O movimento não vai longe se o governo não mexer nisso: o crédito vai continuar restrito (e caro, um pouco menos, mas ainda caro). Sem contar que a redução é para bons clientes, não é para todos. E o pouco que baixou dos juros não fará a demanda disparar. É um instrumento para evitar que a economia esfrie muito”.
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