Após seis meses longe das quadras, o pivô Rafael Araújo, o Babby, 31, anunciou que retornará ao basquete. Depois de alegar no fim do ano problemas físicos, psicológicos e pessoais e ter seu contrato com o Vivo/Franca rescindido, Babby revelou estar totalmente recuperado e motivado para voltar às quadras. Sua última partida foi no dia 5 de dezembro de 2011, na derrota do Vivo/Franca para Limeira por 96 a 75, em pleno Póli.
Durante entrevista ao Comércio da Franca, o pivô de 2,10 metros de altura, confirmou ter recebido sondagens de clubes do país e também estrangeiros. “Houve algumas sondagens de clubes como Pinheiros, Mogi das Cruzes, que recentemente conquistou vaga no NBB, e até de um time da Argentina. Fico feliz por isso”, disse.
Perguntado se foi procurado por alguém da nova diretoria francana, o jogador foi enfático: “Não”. Contudo, se depender exclusivamente de sua vontade, o Vivo/Franca é sua primeira opção. “Sem dúvida irei dar preferência ao Franca Basquete. Criei raiz na cidade. Minha ideia não é sair de Franca”, relatou o jogador. Em contato com o diretor técnico do clube, Edu Mineiro, sobre um possível interesse na recontratação do pivô, o dirigente declarou que a decisão caberá ao novo treinador. “O técnico que anunciarmos definirá com quais jogadores ele pretenderá contar”, afirmou.
Principal contratação do Vivo/Franca para a disputa do Campeonato Paulista de 2011, Rafael Babby esteve em quadra em 18 oportunidades pelo clube e acumulou médias de 14 pontos e 7,1 rebotes no Estadual. No NBB, novo insucesso e eliminação nas quartas de final. Apesar dos problemas dentro de quadra desde que chegou a Franca, fora dela Babby não tem do que reclamar. Sua adaptação à cidade foi tanta que mesmo longe do esporte profissional após a rescisão com o clube local, ele permaneceu em Franca. O então ex-atleta decidiu atuar como empresário e tornou-se sócio-proprietário de uma academia na cidade. No mês que vem, Babby irá inaugurar uma loja de roupas voltada para o mundo da moda fitness.
O pivô diz ter mantido a forma física realizando trabalhos de musculação. “Frequentei normalmente a academia para não perder a forma física, o que me falta é ritmo de jogo, mas nada que uma pré-temporada não seja capaz de ajudar”, finalizou.
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