A reportagem do Comércio percorreu as ruas de Franca em dois tipos de táxis, regular e clandestino, para observar as diferenças na prestação do serviço.
A primeira corrida foi no táxi de uma das cooperativas da cidade. O tempo de espera foi mínimo: 5 minutos. Ao entrar no carro, a repórter pediu ao motorista que ligasse o taxímetro. “Não posso porque ele está defasado. Trabalhamos com tarifa única”. Ele deu, no entanto, um desconto (R$ 12) e emitiu o recibo.
O táxi pedido em uma central de mototáxi demorou 25 minutos. Não tinha placa vermelha nem táximetro. Chegando ao destino, no Franca Shopping, o clandestino parou, cobrou R$ 12 e não entregou recibo. “Ah, filha, não tenho, dessa vez vou ficar te devendo”, disse o “taxista”.
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