Alimento diário


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“Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa” (1 Jo 1:4).

O vinho que nunca acaba

NAS BODAS EM Caná da Galiléia temos seis talhas de pedra que foram cheias de água, que, por fim, se transformou em vinho (Jo 2:6-7). Devemos lembrar-nos de que, depois que nos convertemos, tornando-nos pedras para a edificação. Somos como talhas de pedra, vasos de pedra. O Senhor Jesus disse: “Enchei de água as talhas”. Primeiro estamos cheios de água e, se o Senhor não falar nada, água ainda é água. Mas o Senhor disse também: “Tirai agora, e levai ao mestre-sala” (v.8). Quando tiraram, havia o bom vinho.
O vinho que eles tomaram primeiro era o vinho preparado para o casamento, o vinho que acaba. Mas o vinho do Senhor Jesus não acaba. O Senhor é capaz de transformar água em vinho. O vinho tipifica o Espírito Santo. Portanto no Evangelho de João, capítulo dois, não vemos somente a morte se tornando em vida. Essa vida vem do vinho que tipifica o Espírito Santo. O vinho originalmente preparado para festa de casamento era inferior. O vinho transformado da água é o Espírito Santo. O Espírito Santo nos dá verdadeira satisfação e alegria.
Ao olhar para nossa prática de exercitar e liberar o Espírito, os outros percebem que estamos cheios de uma alegria que ninguém pode tirar. Quem está no espírito consegue desfrutar essa alegria, mas quem não está no espírito não tem alegria, só tem água natural. Por isso podemos ver que ultimamente a direção do Senhor é que desfrutemos desse vinho superior que nos dá alegria. Contudo não estamos cheios de vinho material, mas cheios do Espírito. Não estamos embriagados como pensaram as pessoas acerca dos discípulos em Atos 2, quando o Espírito foi derramado (At 2:13-15). O que temos é a realidade de Efésios 5, segundo a qual não estamos embriagados com vinho, mas cheios do Espírito. Aleluia! Por isso experimentamos e testificamos que no Espírito ganhamos vida. A água nas talhas se tornou o melhor vinho para nosso desfrute, temos alegria completa! Essa é a nossa experiência.
As igrejas na restauração do Senhor devem estar cheias de alegria proveniente do Espírito. Se não estamos no espírito não temos alegria. Não somente devemos estar cheios do Espírito, mas também “embriagados” e “loucos” proclamando e manifestando o Senhor. Louvado seja o Senhor! O Espírito é o que dá vida. Aleluia! Isso é o que vemos em João 2.

Igreja em Franca - Rua Carmen Irene Batista, 2.667
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