Das 21 mortes, 13 (62%) aconteceram nas duas principais rodovias que cortam Franca. Foram 7 na Cândido Portinari e 6 na Ronan Rocha, sendo apenas 5 em trechos de pista simples. A Polícia Rodoviária considera o número alto. O restante dos acidentes fatais aconteceu em vicinais. Na Tancredo Neves, para Claraval (MG), e na João Traficante, para Ibiraci (MG), fiscalizadas pela PM de Franca, foram 5 mortes.
Segundo o capitão João Alfredo Henrique, as fiscalizações com radares móveis na João Traficante foram intensificadas a partir de abril, após graves acidentes. A estrada foi sinalizada e recapeada recentemente e o movimento é grande por causa dos ranchos na região, o que aumenta a probabilidade de um acidente. Em abril, a Tancredo Neves também passou a receber os radares. “Qualquer evento que tenha morte, independente do número, é um número elevado. A Polícia Militar tem desenvolvido ações de policiamento e fiscalização até com um rigor maior, com instalação de radares móveis, o que não tem impedido o acontecimento desses eventos com morte.”
A reportagem solicitou uma entrevista com o comandante da Polícia Rodoviária, tenente Cláudio, mas até o fechamento desta edição não havia recebido uma resposta da assessoria da PM.
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