Sou a favor de período integral, desde que tudo seja bem planejado. Onde eu morava as escolas eram integrais e as crianças adoravam. (...) não viam a hora de chegar o dia seguinte.
Helen Cristina
Franca - SP
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Que no Brasil as políticas públicas na educação são impostas por alheios à complexa realidade da sala de aula, não existe dúvida. Que o Estado quer tecnificar o ensino médio para atender interesses do mercado, é fato inconteste. Que a maioria dos intelectuais da educação não passa de plagiadora de modelos de países desenvolvidos, também não há dúvidas. Mas, e o professor? Com exceção de alguns, existe parcela que se preocupa só com a remuneração, menosprezando sua capacidade de pesquisadora e se colocando apenas como mera executora de políticas prontas e acabadas. Não questiona a realidade com poder de argumentação, não sabe fazer uso do voto por ser completamente despolitizada, não se interessa pelos assuntos da coletividade, não estuda e muito menos cria suas próprias estratégias de aprendizagem. Diante disso, pode-se entender as mudanças no ‘Torquato Caleiro’. (Leia aqui).
Dársio Batista
Franca - SP
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