Até o temido ‘motorzinho’ já pode ser substituído no tratamento


| Tempo de leitura: 1 min

As questões da dor e do medo vinculadas ao tratamento odontológico, segundo Soraia Marangoni, doutora em odontologia e diretora do curso na Unifran (Universidade de Franca), devem ser revistas, já que a formação humanizada do profissional e as novas tecnologias vêm colocando em cheque os conceitos ultrapassados que caracterizavam os tratamentos como sofríveis.

“A odontologia atual é marcada por um mercado exigente em termos de qualidade estética e, principalmente, em termos de conforto. A ida ao dentista vem se tornando cada vez menos dolorida”, afirma.

De acordo com a doutora, as inovações tecnológicas fizeram da odontologia minimamente invasiva e, portanto, com chances mínimas de causar dor. O tão conhecido “motorzinho”, por exemplo, trauma de muita gente, já pode ser substituído, em alguns casos, pelo ultrassom, que promove excelentes resultados sem o ruído e a pressão dos motores mais antigos.

Os alunos da universidade, antes de entrarem no mercado de trabalho, aprendem as técnicas na prática, sempre com a supervisão de um professor. A instituição oferece assistência odontológica através do SUS (Sistema Único de Saúde) e também particular para 10 mil pacientes por ano. Os atendimentos gratuitos são encaminhados pelas unidades básicas de saúde.
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários