Diego era meu vizinho. Quando soube do acidente de 2010 (...), fiquei em choque. Um garoto com tantos sonhos, saudável, bonito, viu (tudo) se estilhaçar, ficar em pedaços... Que Deus o receba de braços abertos e que conforte sua família (...). (Leia aqui)
Ana Laura Veríssimo
Franca - SP
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Estudamos anos no ‘João Marciano’. Adorava conversar com ele. Era uma pessoa de princípios. (...) quando soube de sua situação fiquei muito triste. (...) um rapaz lindo, forte e íntegro, é como me lembro dele. (...) que Deus, amor incondicional, esteja com ele sempre e que conforte a família Alvim de Morais, pois sei que são fortes e que irão superar (...). Diego continuará fazendo parte de minha vida e acredito que da de todos nós do ‘João Marciano’. (...).
Andressa B. Neves
Franca - SP
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Paz e força para a família. A saudade é grande com a perda de alguém querido, porém, o que dá conforto é saber que a pessoa que se foi aliviou seu sofrimento. Emocionante fato!!!
Carla
Franca - SP
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Não foi certa a decisão de tirar a própria vida. Não foi correto jogar fora o mais sublime que Deus nos dá. Tantos outros em situações piores estão lutando pela sobrevivência. Não pensou no quanto sua família iria sofrer (...). O sofrimento dos pais será maior, pois com certeza, nunca se conformaram ou se acharam culpados pela decisão do filho. Mesmo com todo o trabalho (que inspirara) a família estava feliz por ele estar vivo. Estavam cuidando dele e não o abandonaram em momento algum. Foi fraco (...) com seus pais e com sua família.
Antônio
Franca - SP
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(Tenho certeza) de que em 95% dos leitores do GCN que leram a carta de Diego, escorreram lágrimas. Nem quem tem coração de ferro deixou de chorar. Vamos orar por você Diego, para que encontre paz espiritual. Também, pela família. E resta um enorme respeito pelo jornalismo do GCN.
C. Helú
Rifaina - SP
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À cada palavra, ponto ou interrogação (da carta), passava em minha frente o questionamento irreal de quanto vale nossa vida... Já muito emocionado, coloquei-me no lugar (do jovem) e, por um momento, deixei de fazer o que amo, de brincar com meus filhos, de zombar dos amigos após uma partida de futebol. Assim como Diego, deixei de sonhar. Não sou perfeito, muito menos alguém capaz de julgar o sofrimento alheio, mais hoje me senti vivo. Percebi que por menos estressante que seja uma rotina de trabalho, que o trânsito me atrapalhe ou alguém não goste de mim, tenho tudo para ser feliz. Para finalizar, digo à família do jovem que mesmo sem conhecê-lo, (...) me sinto um amigo. Ele me ensinou a ser “feliz como sou e não como estou”. (...).
Leandro Pereira
Franca - SP
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Fiquei surpresa. A carta de Diego nos mostra o quanto as coisas simples da vida são importantes, mas ignoradas. É triste um jovem lindo, com futuro brilhante, acabar assim, mas não devemos julgá-lo. Só ele sabia a dor de viver preso e alheio à vida. (...) Concordo que veículos de comunicação não exponham suicídio (...). Neste caso, porém, o que ficou claro não foi o gesto em si, mas uma lição de vida: darmos valor às pequenas grandes coisas (...). Os profissionais do GCN foram cautelosos. Outros veículos certamente publicariam na primeira página. Foram sucintos, mostraram ética, bom senso e profissionalismo.
Ana Célia de Freitas
Franca - SP
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(Conheci) Diego no hospital. (Sou) voluntário e faço trabalho de apoio espiritual (para) elevar a auto-estima de pacientes. (...) ao ler a sua carta de despedida fiquei muito sensibilizado. Vou incluí-lo em minhas orações diárias. Deus, onisciente e onipotente, vai perdoá-lo e o receber em paz.
Luiz Braz
Franca - SP
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Quero demonstrar meu apoio à publicação da carta de Diego, mesmo que não seja o recomendado pelo CVV. Neste caso, foi algo que nos faz refletir sobre muitas coisas, como família, tempo, saúde, amor, trabalho, luta, e várias outras lições de vida. Emocionante, triste e muito forte... Sem dúvida, uma das coisas mais impactantes que li no jornal nos últimos anos.
Gabriel Guagnelli Fernandes
Franca - SP
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Estou engajado na doutrina espírita. O ato de Diego tem desdobramentos, mas não vou me ater à questão religiosa. Penso se era a vontade dele expor os amigos e familiares. (...) O texto era para nós ou (só) para quem ele dirigiu? Analisar se uma pessoa, naquela situação, estava em uma sobrevida, (...) se aguentaria ou não, ou se no seu livre arbítrio poderia tomar a decisão que tomou, é de se pensar. Mas, (...) publicar a carta (...) de cunho pessoal, o que trouxe para as pessoas? Eu li, e na hora, lembrei-me de parente que vive em cadeira de rodas há mais de 40 anos. Lembrei-me também de Marcelo Rubens Paiva, que não se abateu e prosseguiu. E de outros que se tornaram exemplos, e até palestras dão, mas não desistiram. Mas, quem sou eu para criticar a decisão de alguém... (...)
Antônio Torricilas
Franca - SP
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