Batuque


| Tempo de leitura: < 1 min

O sambalelê do crioulo doido está parado, a nega que requebra as cadeiras está com o pé quebrado, sem pular a zabumba o pandeiro fica mirrado e o ziriguidum no pelourinho perde o rebolado.

Vem sambar, mulata, roda a saia e mexe o quebra-queixo, vem com cheiro de dendê que me amarro no seu acarajé. A maré da sorte vai voltar no dia de Iemanjá e com você baiana eu quero gingar.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários