Equipamentos na periferia são mais visados


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A CTBC, uma das operadoras de telefonia em Franca, tem sua própria estatística quanto aos prejuízos causados pelos ataques a torres na cidade. Desde o início do ano, foram registrados seis crimes contra suas torres em diversos pontos da cidade e 30 baterias foram furtas. O prejuízo, segundo o coordenador regional da empresa, Erly Henrique Silva, ultrapassa R$ 1 milhão.

Como consequência, a companhia desistiu de expandir seus planos de telefonia móvel em alguns pontos da cidade. O Aeroporto é um exemplo. Segundo a CTBC, há cerca de um ano havia um plano de instalação de duas torres no complexo do Jardim Aeroporto. Nesse período, a empresa e outras duas operadores tentaram fazer funcionar seus equipamentos em uma estação localizada no final da avenida Denizar Trevisan, no Aeroporto III. De acordo com o coordenador, o investimento já ultrapassou a casa dos R$ 300 mil. “É um problema crônico. Tentamos todos os métodos de segurança possíveis, mas de nada adiantou. Já até enterramos equipamentos, mas eles furam buracos e os roubam. Até um segurança foi contratado, mas ele foi ameaçado e não voltou nem para receber.”

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