A Síndrome de Down é uma alteração genética caracterizada pela presença de 47 cromossomos, ou um cromossomo a mais no par 21, por isso, também é conhecida como trissomia 21. Segundo o geneticista da Apae de Franca, Wagner Antonio da Rosa Baratela, a síndrome de Down não está relacionada a classe social ou raça, mas aos extremos de idade, em especial em mulheres que engravidam depois dos 35 anos.
O geneticista destaca que a informação é fundamental e começa desde o diagnóstico, no pré-natal. “É um momento tumultuado para família, por isso, a gente gosta muito desses eventos como o do Dia Internacional da Síndrome de Down para trazer informações para população.”
Todas as pessoas que têm essa alteração genética apresentam como característica comum o déficit intelectual, mas não existem graus maiores ou menores da síndrome. Os bebês nascem com peso mais baixo e tamanho menor, demoram para firmar pescoço, pegar o peito na hora da amamentação e demoram até para andar. Cerca de 50% delas apresentarão problemas cardíacos ao longo da vida. “O tratamento global que existe para a trissomia é a estimulação, porque não existe um remédio que cure ou corrija esse cromossomo a mais. Toda criança com síndrome de Down deve ser estimulada - por fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia - porque atenua o atraso que é esperado nessas crianças.”
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.