Negócios com a cota de poluição


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Empresas ou pessoas que reduzem a emissão de gases do efeito estufa (GEE) recebem certificados - créditos de carbono -que podem ser vendidos para empresas ou países que poluem além do que a lei permite.

Um acordo internacional - o Protocolo de Kyoto - determina a redução de gases que causam o efeito estufa e contribuem para o aquecimento global. O tratado também indica a cota máxima que países desenvolvidos podem emitir de GEE. Mas aqueles que não conseguem diminuir o índice de emissão desses gases podem comprar créditos de carbono gerados por quem reduziu a emissão e conquistou a “permissão de emissão” dos gases. Órgãos internacionais avaliam e aprovam ou não a geração de créditos. Quando aprovado o projeto, cada tonelada de CO2 que deixou de ser emitida passa a valer um crédito de carbono - no caso do metano (CH4), cada tonelada equivale a 21 créditos. Os certificados podem ser comercializados diretamente com a empresa compradora ou em forma de ações nas Bolsas de Valores.

Segundo a secretaria municipal de Meio Ambiente, com a implantação da usina geradora de energia elétrica no aterro sanitário de Franca, 1.200m³ de metano deixarão de ser lançados no ar por hora. Com isso, serão gerados 80 mil créditos de carbono por ano.
 

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