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Quem passou pelo GCN na manhã de ontem foi a deputada federal Keito Ota. A deputada, que teve o filho Ives Ota, de oito anos, sequestrado e morto em 1997, passou muito tempo coordenando o “Movimento pela Paz e Justiça Ives Ota”. Hoje, diz ter entendido que precisava continuar a luta dentro da política. Ela insiste na ideia do perdão como força transformadora da sociedade, mas também não se esquece da reforma penal.

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