Como bem disse Fernando Pessoa, o homem é um cadáver adiado. Não devemos ser funéreos no dia a dia, entretanto, não podemos deixar de pensar num fato natural para todos os nascidos vivos. Belo texto (http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=163549)
Carlos Roberto de Souza
Franca - SP
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‘A finitude da vida’
Como kardecista que sou, também tenho lidado muito com essas questões. Penso que é muito salutar para o homem encarnado meditar sobre a finitude da vida física. Os traumas advindos de uma vida vivida sem essa consciência lotam as casas espíritas de dramas incontáveis. A busca desenfreada por satisfazer necessidades e desejos puramente materiais (ainda que esses sejam legítimos) causam choques terríveis com a realidade de que bons empregos, altos cargos, bens materiais e afetivos ficam inúteis quando a vida corporal cessa.
Ronaldo Silva
Franca - SP
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