Na última semana praticamente todos os internautas se depararam com um vídeo de quase 30 minutos de duração batizado de “Kony 2012”. Rapidamente o documentário se tornou um víral com mais de 56 milhões de visualizações.
Segundo a Invisible Children, o objetivo do vídeo era tirar do anonimato o líder de um grupo rebelde da Uganda, o número um na lista de criminosos de guerra mais procurados do mundo, Joseph Kony. Ele é acusado de matar e mutilar milhares de famílias, além de sequestrar garotos para transformá-los em futuros guerrilheiros. Antes do vídeo, Kony podia aproveitar de seu anonimato e passear livremente em qualquer parte do mundo. Agora, não mais.
No entanto, o blog do Wall Street Journal afirmou que o documentário gerou muita polêmica sobre o grupo por trás da campanha e os seus reais motivos de divulgação. Com o vídeo, a organização rapidamente conquistou as redes sócias e está utilizando este poder de alcance para pedir doações. “No ano passado a organização gastou mais de US$ 8 milhões e apenas 32% desta verba foram destinadas para serviços diretos, o resto foi para salários, viagens, transportes e produção cinematográfica. Isto está longe de ser o ideal dentro de um assunto que necessita de ação, ajuda e não de alarde”, afirmou Grant Oyston, sociólogo e estudante de ciência política da Universidade de Acadia na Nova Escócia.
Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade, veja o documentário e conheça a história de um dos maiores criminosos de guerra da história.
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