Pequenas e independentes empresárias


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Carina, Giovana e Karla também são exemplos de mulheres francanas que montaram seu próprio negócio no intuito de obter mais independência financeira. No Dia Internacional da Mulher, o Comércio conta um pouco da história de como elas se tornaram empreendedoras.

Carina Aparecida Mariano, 31, depois de trabalhar um tempo como sapateira em fábricas da cidade, resolveu arriscar em uma nova profissão em busca de estabilidade. Após um curso profissional, virou cabeleireira e hoje trabalha como professora da área e tem um salão na Vila Santa Luzia. O forte é a realização de tranças e escovas. “Estou melhor agora do que quando estava na fábrica.”

Giovana Vitória Lopes, 39, é hoje uma empresária do ramo da confecção. Com uma marca que leva seu nome, produz vestidos de festas sob encomenda e também para venda em uma loja montada na frente de casa, no Jardim Tropical. “Trabalho há 17 anos com costura e faz um ano que resolvi legalizar para poder crescer no ramo. Tenho seis filhos e preciso ajudar na renda.” O marido de Giovana é cortador.

Com experiência de vendedora, Karla Cristina Mendonça dos Santos, 33, resolveu há cerca de quatro anos que gostaria de trabalhar por conta para ficar mais próxima da filha. Morando perto de uma escola, teve a ideia de montar uma papelaria juntamente com a venda de presentes. “Construí o ponto comercial e planejei o negócio que tem me dado uma independência financeira. Faço o que gosto e tenho planos de crescer.”

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