Os 50 anos de morte de Cândido Portinari, comemorados em fevereiro de 2012, trouxeram de volta a memória do artista em diversas homenagens. Em São Paulo, o Memorial da América Latina expõe, até o dia 21 de abril, as telas Guerra e Paz, obras criadas pelo pintor a pedido do governo brasileiro e doadas à sede da ONU em 1952.
Em Brodowski, cidade natal do artista, o Museu Casa de Portinari também realiza atividades paralelas à exposição na capital, com uma série de reportagens sobre a história de Guerra e Paz, além da exposição das réplicas e dos objetos utilizados pelo artista para para a criação e confecção das obras.
A celebração ultrapassou as exposições e o cinquentenário de morte de Portinari foi parar até no Carnaval. No Rio de Janeiro, a Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel levou a vida de Portinari à Sapucaí com o enredo Por Ti, Portinari. Rompendo a tela, a realidade. Em Ribeirão Preto, a escola Tradição do Ipiranga também homenageou o pintor no samba Tradição é por ti: Portinari.
Precursor do modernismo no Brasil, Portinari morreu em 6 de fevereiro de 1962, vítima de hemorragia cerebral devido à intoxicação por tinta a óleo.
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