Jecesp diz que 10 empresas surgem por dia em Franca


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APOIO - A gerente regional do Sebrae, Iroá Arantes, confirma que incentivos ajudaram no surgimento de novas empresas
APOIO - A gerente regional do Sebrae, Iroá Arantes, confirma que incentivos ajudaram no surgimento de novas empresas

Franca cresce em matéria de negócios. Relatório da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) aponta que no ano passado 10 empresas foram abertas por dia na cidade. O crescimento foi 18% maior que o registrado em 2010. No ano passado, foram registrados 3.724 empreendimentos na cidade contra 3.139 em 2010. Desse total, 94% são micro e pequenas empresas.

Uma das molas propulsoras para o crescimento da atividade empresarial é o aumento de adesões ao programa Microempreendedor Individual (MEI), de acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa. “A iniciativa trouxe novas oportunidades para os trabalhadores que atuavam na informalidade. Agora esses empreendedores passaram a ter melhores condições para crescer e prosperar, com direito a todos os benefícios previstos em lei”, afirmou via assessoria de imprensa.

Em 2011, o setor que mais cresceu em Franca foi o de serviços. Em seguida, vêm as áreas comercial e industrial. A análise é da gerente regional do Sebrae-SP, Iroá Nogueira Lima Arantes, que confirma o aumento na legalização de trabalhadores informais. “Foi o que alavancou a abertura de novas empresas. Aliado a isso, a procura pelas nossas ferramentas de treinamento e consultoria vem crescendo. É o caso da região de Franca, onde atendemos 15 municípios e temos organizado muitas feiras e eventos voltados à temática.”

A Prefeitura também desenvolve um programa de apoio ao empreendedor individual e à micro e pequena empresa, através da Secretaria de Desenvolvimento. O objetivo é orientar os profissionais individuais que participam dos cursos públicos, como pedreiros, padeiros, encanadores, etc, para a formalização, a fim de que possam exercer sua atividade como empreendedores. “Assim, eles recebem todas as informações necessárias para uma boa gestão empresarial, como análise de mercado, relação com fornecedores e concorrentes, setor de finanças. Depois, são convidados a participar de cursos voltados à liderança, qualidade de serviços e empreendedorismo”, disse o economista Deyvid Alves Silveira.

FECHAMENTOS
O número de empresas fechadas em 2011 é muito menor, de acordo com a Jucesp. No ano passado, foram 808 fechamentos contra 666 em 2010.

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