Assédio de outros clubes a jogadores ameaça a Veterana


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Em busca de resultados positivos dentro de campo para tentar se reestruturar, a diretoria da Francana agora tem mais um adversário: o assédio de outros clubes aos jogadores que fazem parte do atual elenco. Com a campanha que vem desenvolvendo na Série A-3, o time tem atraído olheiros, técnicos e diretores de futebol de agremiações do País. Vários atletas foram sondados, entre eles Jhuan, Marlon, Carlos Júnior, Felipe Diniz e Piter. Sobre a possibilidade de algum deles deixar o clube, os membros da comissão técnica são unânimes: “A Francana não é refém de jogador. O clube tem um projeto que foi bem aceito pelos atletas. Caso algum deles receba alguma proposta, a diretoria vai liberar desde que paguem a rescisão prevista no contrato”, avisou ontem o técnico Wantuil Rodrigues, sem esconder que o tema lhe irrita. Ainda mandou um recado: “São atletas importantes? São. Mas tem outros no mercado? Tem”.

E qual o preço para levar um jogador da Francana. “Até a Copa Paulista, a multa estipulada nos contratos era mínima (R$ 1 mil). Hoje, o menor valor está em R$ 30 mil e o maior em U$ 700 mil, dependendo do atleta”, revelou o diretor de futebol Marcelo Gerolamo. Para ele, o assédio é fruto do trabalho. Gerolamo também foi direto ao não descartar liberações. “Estamos abertos para negociões. Não temos paixão por atleta. Temos paixão pelo trabalho”. O atacante Piter, que está machucado e sem data para voltar a jogar, é um dos que tem a menor multa rescisória.

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