Durante seis anos viveu Clara Rojas, que escreveu Eu, Prisioneira das Farc (Ediouro), retrato fascinante de fé e resiliência. “Quando se opta por sobreviver, é preciso trabalhar diariamente, sem esmorecer”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.