Pontos de vista


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Vejam bem a expressão (usada pelo presidente do Sindicato de Sapateiros de Franca, em entrevista ao Comércio): ‘meu sindicato’. É por isso que defendo, no Brasil, a existência de associações, e não de sindicatos. Em associação, você contribui financeiramente se quiser. Diminuem, então, as chances do peleguismo que existe no Brasil, São Paulo, Franca...
Márcio Alves Cardoso
Franca - SP

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Tudo fica complicado quando uma pessoa que está dirigente, enxerga as coisas no singular, (dizendo) ‘meu sindicato’, e não no plural – nosso sindicato! A real ambição se torna pública nos pequenos gestos, nas mais simples falas...
Éder Fonseca
Franca - SP

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Fico muito preocupado com essa balbúrdia. (...) haviam dito em entrevista que só o titular é que poderia solicitar o não pagamento (da contribuição sindical) mas um amigo foi até lá sem procuração da esposa, nem o RG. Ligou a ela, que lhe passou o número e eles deram a folha de isenção. Agora, vejo que o presidente chama de ‘seu’ o sindicato que é, em tese, da categoria, representado na sua pessoa. (...) afinal é dele (o sindicato) ou é representado por ele? Será que nas negociações com o sindicato da indústria se senta à mesa de negociação e pede aumento prá ele ou para a categoria que representa?
Geraldo César
Franca - SP
 

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