A contribuição assistencial que esteve no centro da confusão na quarta-feira é cobrada pelo Sindicato dos Sapateiros dos trabalhadores não associados. Seu valor, segundo a convenção coletiva, é de R$ 36,90, divididos em duas parcelas, a primeira com desconto até o dia 10 de março direto no salário do trabalhador e a segunda, até o dia 10 de setembro.
O dinheiro arrecadado é usado para manter a estrutura do sindicato como atendimento jurídico, por exemplo.
Os trabalhadores que não querem contribuir precisam se manifestar. Para isso, têm que procurar o sindicato e retirar a ficha de oposição à cobrança.
Depois de preencher a ficha, o sapateiro deve entregá-la na empresa em que trabalha. “A partir desse momento, a empresa fica proibida de fazer o desconto dessa contribuição”, explicou o advogado do sindicato, Luiz Carlos Timóteo.
Os trabalhadores associados ao sindicato estão isentos da contribuição porque já pagam uma taxa mensal no valor de R$ 9.
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