São Policarpo


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Séc. I - II - bispo e mártir

Nasceu em uma família cristã da alta burguesia no ano 69, em Esmirna, Ásia Menor, atual Turquia. Os registros sobre sua vida nos foram transmitidos pelo seu biógrafo e discípulo predileto, Irineu, venerado como o ‘Apóstolo da França’ e sucessor de Timóteo em Lion. Policarpo foi discípulo do apóstolo João, e teve a oportunidade de conhecer outros apóstolos que conviveram com o Mestre. Ele se tornou um exemplo íntegro de fé e vida, sendo respeitado inclusive pelos adversários. Dezesseis anos depois, Policarpo foi escolhido e consagrado para ser o bispo de Esmirna para a Ásia Menor, pelo próprio apóstolo João, o Evangelista. O martírio de Policarpo foi descrito um ano depois de sua morte, em uma carta datada de 23 de fevereiro de 156, enviada pela igreja de Esmirna à igreja de Filomélio. Trata-se do registro mais antigo do martirológio cristão existente.

Oração
Do amor operante

Deus, nosso Pai, pela boca do vosso profeta dissestes:
“Uma coisa horrível e abominável aconteceu na terra: os profetas profetizam mentiras, os sacerdotes procuram proveitos. E meu povo gosta disto”. (Jr. 5,30-31). Quisestes que fôssemos como o sal que dá sabor, como o fermento que faz crescer a massa e como a luz que ilumina. Dai-nos, pois sensibilidade humana e uma visão cristã da realidade, para que possamos responder com ações positivas e generosas às necessidades humanas e espirituais de nosso tempo desejoso de paz e justiça. Que o nosso amor vença os condicionamentos sociais, supere preconceitos de raça, cultura e credos e seja convincente como a luz que dissipa as trevas ou como a água das fontes que se unem para formar rios e oceanos. Tenhamos o coração aberto para repartir do pouco que se tem, generosidade para dar e humildade para também receber. Não deixemos para amanhã os gestos de bondade, de solicitude, de generosidade, do bem que podemos e devemos hoje fazer. Pois vosso filho Jesus não protelou a cura do cego, nem despediu a multidão faminta de mãos vazias, nem deixou para depois sua prova de amor total. Crucificado, morto e sepultado, para ficar conosco ressuscitou ao terceiro dia.

Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo, Editora Ave-Maria.

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