Sapateira troca fábrica por comércio de roupas


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BEM-SUCEDIDA - A comerciante Simone Lima de Souza era sapateira e deixou as fábricas para se tornar vendedora no bairro
BEM-SUCEDIDA - A comerciante Simone Lima de Souza era sapateira e deixou as fábricas para se tornar vendedora no bairro

Simone Lima de Souza, 32, trabalhou durante anos como sapateira em fábricas de Franca. Mesmo com o serviço envolvendo calçados, gostava de manter como atividade paralela a venda de roupas. Depois do expediente na indústria de sapatos, as clientes iam até sua casa para fazer compras. Há dez anos, Simone conseguiu alugar um cômodo de comércio no fim da avenida César Martins Pirajá e se tornou comerciante.

Na loja batizada de Hiftef-Cool e que hoje está no imóvel ao lado de onde começou, ela vende confecções femininas e masculinas. Uma vez por mês viaja até os centros comerciais de São Paulo ou Goiânia (GO) para abastecer o estoque da loja. Os principais clientes de Simone são moradores do próprio Aeroporto, Jardim Santa Bárbara e Aviação, e a preferência deles é por compras no crediário. Ela chega a vender de R$ 9 mil a R$ 10 mil por mês. “Disso tenho que tirar o valor do aluguel e compras das roupas. Costumo colocar 50% de lucro nas mercadorias”, disse ela, que considera o ponto “bom” no Jardim Aeroporto.

Simone mora numa casa localizada no bairro vizinho, o Jardim Santa Bárbara, com as duas filhas de 11 anos e uma que está prestes a completar um aninho. Sobrevive com o que ganha na loja.
 

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