Clube dos Bagres


| Tempo de leitura: < 1 min
Dezembro, janeiro, fevereiro, no final dos anos 1960 e 70, não queríamos outra vida: era Clube dos Bagres  todos os dias. Com chuva ou nublado, lá estávamos nós. Na piscina pequena, na média e já maiores na grande, deitando no chão de piso vermelho pra to
Dezembro, janeiro, fevereiro, no final dos anos 1960 e 70, não queríamos outra vida: era Clube dos Bagres todos os dias. Com chuva ou nublado, lá estávamos nós. Na piscina pequena, na média e já maiores na grande, deitando no chão de piso vermelho pra to

Dezembro, janeiro, fevereiro, no final dos anos 1960 e 70, não queríamos outra vida: era Clube dos Bagres  todos os dias. Com chuva ou nublado, lá estávamos nós. Na piscina pequena, na média e já maiores na grande, deitando no chão de piso vermelho pra tomar sol, quando ainda não se pensava  em usar filtro solar. Hoje, todo descaracterizado em sua arquitetura modernista, o ginásio que foi projetado pelo grande Ícaro de Castro Mello e onde assistíamos ao  basquete e aos  shows de MPB (Gil, Caetano, Vinícius e Toquinho, Ney Mato Grosso e tantos), abandonado! Atalie

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários