À procura de Justiça, Jorge Soares, pai do bebê, procurou o 1º DP na segunda-feira. Ele disse querer evitar que novos casos aconteçam. O delegado Luís Carlos da Silva, responsável pelo caso, tratou o fato como um “grave”. “Dependendo dos resultados das investigações, se houve realmente uma falha do médico nesse primeiro atendimento, o médico pode ser responsabilizado. Mas precisa provar que houve realmente essa falha do médico. É nisso que se fundamenta a investigação”, disse o delegado.
Para Silva, a autopsia - não realizada pelos pais - seria essencial para concluir se houve uma falha no primeiro atendimento ou não. A família promete tocar o processo adiante. Em uma possível condenação, o médico poderia pegar uma pena de reclusão de quatro a 12 anos. “Ele seria julgado por homicídio culposo e teria uma pena um pouco maior. A aplicação da pena depende da Justiça”, disse Silva.
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