Prefeitura mantém alunos para estudar em galpão no Jd. Martins


| Tempo de leitura: 1 min
DECEPÇÃO - Pais são vistos ao lado dos filhos numa das salas improvisadas pela Prefeitura para atender alunos matriculados na Escola ‘Guiomar Ferreira da Silva’
DECEPÇÃO - Pais são vistos ao lado dos filhos numa das salas improvisadas pela Prefeitura para atender alunos matriculados na Escola ‘Guiomar Ferreira da Silva’

Cem crianças, de 4 e 5 anos, matriculadas no pré da Escola Municipal “Guiomar Ferreira da Silva”, no Jardim Martins, terão aulas num galpão alugado pela Prefeitura no quarteirão da frente da unidade. A decisão foi tomada em reunião entre a secretária de Educação, Leila Haddad, e os pais ontem. As aulas devem começar hoje, após dois dias suspensas.

Na segunda-feira, primeiro dia do ano letivo 2012 na rede municipal, os pais dos alunos foram surpreendidos com o local onde os filhos teriam aulas. Por falta de espaço, a Prefeitura alugou um salão, instalou divisórias de escritório formando duas classes para atender quatro turmas da pré-escola nos períodos da manhã e tarde. A falta de lousas, bebedouros, iluminação adequada e ventiladores deixou os pais revoltados. Eles levaram os filhos embora e as aulas foram adiadas.

A secretária Leila Haddad disse que houve uma falha na preparação do prédio e se reuniu com dez mães ontem para oferecer duas alternativas. As crianças continuariam provisoriamente no prédio alugado e a secretaria faria as adaptações exigidas, como instalação de lousas e novas luminárias, ou seriam remanejadas para a Escola Municipal “Lúcia Gissi Ceraso”, no Jardim Palmeiras. Os pais preferiram que os alunos permanecessem no Jardim Martins.

As aulas serão no galpão até que a “Guiomar da Silva” passe por ampliação e seja contemplada com mais quatro salas de aula. Mas a licitação para as obras ainda não teve início e os estudos devem continuar no prédio por cerca de sete meses. “Não aprovei a ideia, mas a maioria das mães queria que os filhos continuassem no mesmo bairro. Espero que essa situação se resolva logo”, disse a coladeira de peças Karine Afonso, 29, mãe de Lauane, 5.
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários