B. Josefina Bakita


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1869-1947- religiosa canossiana - “Bakita” em árabe quer dizer “afortunada”.

Josefina Bakita foi uma escrava sudanesa que, após uma longa vida de sofrimento, encontrou na Itália a liberdade e a fé e a tornou religiosa canossiana. Vendida por cinco vezes nos leilões sudaneses, passou por um verdadeiro calvário, arrastando as correntes e os estigmas da escravidão, que deixou em seu corpo marcas que nem o tempo apagaria. Por fim acabou nas mãos de um italiano de Khartum, Calista Legnani, que mais tarde a “presenteou” a uma família amiga, que a levou para a Itália. Na Itália, Bakita consegue obter a liberdade e conhecer as irmãs canossianas da Congregação da Caridade de Veneza, onde ingressou pronunciando enfim os seus votos religiosos. Foi beatificada por João Paulo II em 17 de maio de 1992.

S. Jaqueline

Séc. XIII- Viúva- “Jaqueline” vem de “Jacó”, que significa “que Deus proteja”.

Jaqueline viveu no tempo de Francisco de Assis e pertencia à nobreza romana. Amiga do Pobrezinho de Assis ingressou, por volta de 1212, na Ordem Terceira. Viúva, tinha dois filhos, colocava sua casa à disposição de Francisco, que frequentemente ali se hospedava. Antes de morrer, Francisco de Assis mandou a ela este recado: “Venha depressa, se quiser me ver ainda em vida. Traga as coisas necessárias para o meu sepultamento e um pouco daqueles doces gostosos que você me dava para comer, quando estive doente em Roma”.
Seus restos mortais descansam na Basílica da úmbria, ao lado de Francisco de Assis.

Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo, Editora Ave-Maria.

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