Homenagear artistas francanos. Esse é um dos objetivos que Nazir Bittar tem para a Orquestra Sinfônica de Franca (OSF) em 2012. Através de uma pesquisa, Bittar reuniu músicas de compositores da cidade e procura profissionais do município que tenham interesse em produzir arranjos para as peças que não foram originalmente compostas para regência em orquestra. “Pensei em fazer um concerto com músicas de compositores francanos, alguns infelizmente já mortos . Produziremos os arranjos dessas músicas e quero compositores francanos para fazermos uma parceria e montarmos juntos esta apresentação”, diz.
O espetáculo, que levará o nome de Compositores Francanos, deve ser apresentado à população entre junho e julho. Já constam no repertório peças de Inah Sandoval, Márcia Sandoval, maestro Laércio Piovesan, Judith Cilurzo, Mariana Marconi, Renata Chioca, Beto Elizer, Nelson Nalini e maestro Mário Ferraro. “Pego uma linha de compositores da ‘velha guarda’ até os dias de hoje, bem como alguns estilos variados de composição, como valsas, choros e as peças eruditas mesmo”, explica.
Algumas das músicas escolhidas já têm pessoas definidas para criar os arranjos, como músicos da OSF, por exemplo. Mas o objetivo maior de Bittar é mostrar velhos e novos artistas da cidade. “Quero fazer com que esses músicos, que ficam atrás, no papel, apareçam. E espero ter boas surpresas, porque tem muita gente que gosta desse tipo de atividade.”.
Novas composições e sugestões para integrar o concerto também são bem-vindas. “Nada na minha vida é fechado. Se chegar um compositor francano de quem nunca ouvi falar, mas que vem com uma orquestração condizente com a que eu tenho em Franca, vou aceitar. O músico também pode trazer instrumentos diferentes para a apresentação. É tudo uma questão de combinarmos”, afirma Bittar.
Os interessados podem entrar em contato com o maestro por e-mail (orquestra.sinf.defranca@hotmail.com) ou pelo site da OSF (www.orquestrasinfonicadefranca.com.br).
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.