Sapateiros ameaçam entrar em greve: querem 14% de aumento


| Tempo de leitura: 1 min
‘AQUÉM’ - O presidente do Sindicato dos Sapateiros, Fábio Cândido, disse que a proposta dos patrões é ‘muito baixa’
‘AQUÉM’ - O presidente do Sindicato dos Sapateiros, Fábio Cândido, disse que a proposta dos patrões é ‘muito baixa’

O Sindicato dos Sapateiros anunciou ontem que a categoria pode entrar em greve em fevereiro. A possibilidade foi levantada após a segunda rodada de negociações da campanha salarial com o Sindifranca (Sindicato da Indústria de Franca). Segundo o presidente do Sindicato dos Sapateiros, Fábio Cândido, a contraproposta apresentada pelos patrões está muito “aquém” do idealizado pela categoria e que aumentam as chances de uma greve, caso as negociações não avancem.

Com 27 mil trabalhadores no setor, os sapateiros reivindicam um reajuste de 14%, o que elevaria o piso salarial para R$ 850, ante os R$ 671 atuais. Segundo Cândido, o Sindifranca ofereceu piso de R$ 720. “O piso oferecido é muito baixo e nós não podemos aceitar.” O sindicato pretende fazer a partir de hoje paralisações de advertência. A ideia é parar a produção de determinadas fábrica por uma hora como protesto.

O presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão do Couto, disse que se empenhará para evitar que a negociação chegue a esse ponto. “Acredito que seja uma forma de chamar a atenção, porém amanhã (hoje) já iremos reunir o conselho diretor e consultivo para examinarmos as propostas.”
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários