‘É um tormento. Tem barata, rato, escorpião’


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A dona de casa Ilza Camargo, 43, foi uma das moradoras que esteve na Prefeitura em 2011 para denunciar os transtornos causados por matagal e bichos no terreno encostado na sua casa. Ela mora com o marido e a filha na avenida Coelho Neto, no City Petrópolis, e há anos convive com a sujeira no terreno. “É um tormento. Tem barata, rato, escorpião. O terreno é particular, mas a gente não consegue contato com o dono. Fui até a Prefeitura para que seja feita alguma coisa para limpar essa sujeira, mas já faz mais de um mês que estou esperando alguma providência.”

Para terem menos sufoco, o marido de Ilza costuma carpir o mato e aplicar veneno na área desocupada. É durante essas “faxinas” que encontra ninhos de ratos que invadem a casa da família com frequência. Ilza já passou apuros com os roedores. “Quase morri porque peguei um rato na mão esses dias. Estava dentro do meu tanquinho, fui tirando as roupas e de repente peguei o rato. Já apareceu enrolado no cobertor também”, disse a moradora. No local, o mato está na altura da cintura das pessoas e é usado como depósito de lixo.
 

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