Mototáxis amargam paradeira


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Parados - Anderson Carloni, João Martins Souza e Rogério de Almeida são vistos com as motos paradas
Parados - Anderson Carloni, João Martins Souza e Rogério de Almeida são vistos com as motos paradas

A chuva também é um tormento para os mototaxistas, que veem o movimento cair pela metade no período das águas.

Na central de Mototáxi Pica-pau, no Bairro da Estação, os meses de janeiro e fevereiro são sinônimos de prejuízo. É comum passar na porta da central e as motos estarem paradas. As corridas feitas pelos 16 mototaxistas chegam a cair 50% por causa do tempo instável. “Cai bastante o movimento. A gente fica parado com as motos na central aguardando chamados. O orçamento no fim do mês fica ruim também, a gente tem de ir controlando”, disse Anderson Carloni, 36, mototaxista há seis anos, que realiza até 15 corridas em dias de céu aberto e cobra a partir de R$ 6 pelo serviço.
 

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