Quando você está na rua e é surpreendido pela chuva, seu primeiro desejo tende a ser sacar um guarda-chuva para se proteger. Mas se ele não está na bolsa, o jeito é torcer para os vendedores deles “brotarem do nada” ou se deparar com uma loja que vende o produto. Para quem está do outro lado, essa é a hora de lucrar.
O vendedor Joster Gonçalves possui uma barraca na Praça do Itaú, onde vende bolsas, eletrônicos e brinquedos, mas em dias de chuva o forte mesmo são as vendas de guarda-chuvas e sombrinhas. Vende entre 50 e 60 unidades por dia. Chegou de São Paulo nesta semana com o estoque abastecido por 300 peças. “Muita gente procura guarda-chuvas e eles até substituem a venda de outras mercadorias que não acontece neste período.” As sombrinhas custam a partir de R$ 7.
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