‘Jamais (apanhava). Aqui, comigo, ele sarava’, afirma pai do garoto


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O gesseiro Álvaro Leandro Rezende, 44, morador em São José da Bela Vista e pai do menino Daniel Henrique, de 2 anos, se defende das acusações do padrasto do garoto. Segundo o pai, nem ele nem a doméstica Ivete Aparecida Ribeiro Roncar, 56, moradora no Jardim Califórnia em Franca e sua namorada, agrediram a criança.

Ainda de acordo com o pai, essa foi a segunda vez que a família de Ribeirão Preto deixou o menino cair e se machucar. “Ela está contando (que ele caiu). Da outra vez ele caiu da cama, agora no banheiro, pode ver que da outra vez, se ele ficasse, ia cair do telhado”, disse o gesseiro.

De acordo com Álvaro, as reclamações do menino quanto a dores começaram em setembro do ano passado. O pai teria ido buscar a criança em Ribeirão Preto e visto alguns hematomas. “No dia 6 de setembro eu busquei ele (...), que estava muito machucadinho. Aí ela (a mãe) falou para mim que ele tinha caído da cama. O moleque estava todo dolorido.”

O pai afirma que a última vez que viu a criança foi no dia 28 de dezembro. Ele diz que levou o menino a um oftalmologista, e que estava bem.

Ao conversar com a avó materna, moradora em Franca, disse que recebeu a reclamação de que sua namorada teria batido na criança. “A avó dele já veio com a história de que o moleque tinha dito que a Ivete tinha batido nele. Mas ele é de falar pouco e a Ivete jamais bateu nele. O moleque nem sabe falar. E a avó dele já tinha falado que a Ivete batia, que ela não queria os dois juntos.”

Ainda segundo o gesseiro, a convivência entre ele, a criança e a namorada era pacífica. “Eu pousava aqui na casa dela de vez em quando, principalmente quando chovia ou ficava muito tarde para ir embora. Daí eu pousava junto com o menino aqui, colocava uma cama do meu lado, e não tinha nada, era até muito bem cuidado. Jamais (apanhava). Aqui, comigo, ele sarava.”

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