A Liquidação Fantástica foi idealizada pelo diretor de compras João Bosco Cordeiro há 19 anos. “A ideia surgiu porque queríamos começar o ano com tudo novo dentro das lojas. Mas não sabíamos o que fazer com o mostruário antigo. Então dei a ideia de fazermos uma superliquidação com todo nosso mostruário.”
Ele conversou com a então superintendente da rede, Luiza Helena Trajano, que adorou a ideia. “Fomos então para Ribeirão Preto e criamos uma campanha de marketing superagressiva que dizia que faríamos uma liquidação jamais vista. Passamos essa propaganda na TV durante três dias e, só então, revelamos o que seria. Não esperávamos tanta gente, gente dormindo na fila. Foi um susto.”
Desde então, a liquidação tem sido um sucesso, mas tem regras rígidas. “Nenhum funcionário pode comprar ou reservar produtos para si, para familiares ou para clientes. Isso é falta gravíssima e pode resultar até em demissão.”
Também há uma política de respeito à ordem da fila. “São distribuídas senhas que não podem ser vendidas. “No caso da nossa loja, são mil senhas para os primeiros clientes. Depois respeitamos o fluxo de clientes dentro da loja para que não haja confusão”, disse Aluisio Ferreira Gomes.
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