Por Luiz Oliveira Rios... Saudade de um tempo em que a presença física dos entes queridos era mais importante do que os pacotes de vários presentes... Saudade de um tempo em que o Cristo, o hoje quase esquecido autor do Natal verdadeiro, era mais festejado que Papai Noel... Saudade de um tempo em que a ceia de Natal era frugal, mas rica em amor fraterno, diferentemente de hoje, quando a fartura cobre muitas mesas... Saudade de um tempo em que todos os lugares à mesa, no seio da família, estavam alegremente ocupados. Hoje, muitas pessoas estão ali fisicamente, mas emocionalmente plugadas feito zumbis cibernéticos nos seus modernos utilitários informáticos, navegando nas ondas da web e naufragando nos afagos da sincera afetuosidade... Bom dia!
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